Conheça as 10 praias mais bonitas do Maranhão

É PRECISO AMAR O MARANHÃO

Caixa abre seletivo nacional online

nscrições estarão abertas no período de 17 de agosto até as 23h59 do dia 1º de setembro de 2016

Diário do Mearim Cidadania

Diário do Mearim Cidadania

domingo, 28 de agosto de 2016

Mais de 35% dos atletas da Paralimpíada são vítimas de acidentes



Dos 285 atletas brasileiros que participarão dos Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro 2016, 101 (35,4%) sofreram algum tipo de acidente, seja de carro, moto, com arma de fogo ou de trabalho. Os dados são de um levantamento feito pela Agência Brasil com base em informações fornecidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

Entre os acidentados, grande parte (49) é vítima de acidente de trânsito (carro, moto ou atropelamento). Outros 12 atletas têm sequelas de lesões feitas por armas de fogo, seja em acidentes ou assaltos. Nove ficaram paralisados depois de acidentes em mar ou piscina e seis sofreram acidentes de trabalho. Também há atletas que sofreram outros tipos de acidentes, como quedas, acidentes esportivos e até ferimento por ataque de cachorro.

Um dos casos de atletas acidentados é o do ex-goleiro do São Paulo Futebol Clube Bruno Landgraf, atleta da vela adaptada, que chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira de futebol nas equipes Sub-17 e Sub-20. Em 2006, o jogador sofreu um acidente de carro na Rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo, e teve um deslocamento na coluna, que o deixou tetraplégico. O judoca Harley Arruda, que ganhou medalha de bronze nos dois últimos jogos Parapan-Americanos, perdeu a visão dos dois olhos em 1999, em um acidente com arma de fogo.

Outros 89 atletas paralímpicos brasileiros têm algum problema congênito que causou deficiências como cegueira ou má formação de membros. É o caso da multimedalhista do atletismo Terezinha Guilhermina, que nasceu com retinose pigmentar, uma doença congênita que provoca a perda gradual da visão.

Também há na delegação brasileira 67 atletas que tiveram alguma doença que deixaram sequelas, como a poliomielite, que afetou 13 atletas. Um deles é o nadador André Brasil, que teve poliomielite aos três meses de idade, por causa de uma reação à vacina, o que deixou uma sequela na perna esquerda.

Entre os atletas paralímpicos brasileiros também há 28 que tiveram paralisia cerebral por causa de complicações no parto. Este é o caso da maioria dos atletas da seleção de Futebol de 7, que é uma modalidade específica para atletas com paralisia cerebral.

Dos 24 atletas do vôlei sentado que vão participar da Paralimpíada, 16 têm sequelas de acidentes, a maioria acidentes de trânsito. Na opinião do presidente da Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes, Amauri Ribeiro, o esporte é a melhor ferramenta para garantir a reinserção dos deficientes físicos, especialmente no caso de acidentados. Para ele, mesmo que a pessoa não se torne um atleta, a prática de esporte é fundamental para o resgate da autoestima.

“O que eu testemunhei nesses meus 12 anos de trabalho com eles é que o esporte, principalmente no caso do vôlei, foi a melhor ferramenta de reinserção dessas pessoas a um convívio normal após o acidente, em função de o esporte ser uma ferramenta que acelera bastante a recuperação dessas pessoas. Então, elas vêm a praticar o esporte, colocam uma prótese, voltam a trabalhar, a estudar. Isso é uma coisa que acompanhamos em vários atletas que tiveram esse tipo de problema com acidentes”, disse.

Neste ano, o Brasil terá a maior delegação da história do país em Jogos Paralímpicos. Serão 285 atletas, sendo 185 homens e 100 mulheres, além de 23 acompanhantes (atletas-guia, calheiros e goleiros), e 195 profissionais técnicos, administrativos e de saúde.

Os Jogos Paralímpicos 2016 serão transmitidos pela TV Brasil, em parceria com emissoras da Rede Pública de Televisão dos estados. O evento, que ocorre de 7 a 18 de setembro, terá a presença de 4.350 atletas de 160 países, competindo em 22 modalidades.

A cerimônia de abertura está marcada para o dia 7 de setembro.

Créditos por esta matéria Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil

sábado, 27 de agosto de 2016

Reunidos em congresso nacional jornalistas se pronunciam contra o impeachment de Dilma


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Com o tema central ” Jornalismo ético: a sociedade quer e precisa”, o 37º Congresso Nacional dos Jornalistas começou nesta quinta-feira, dia 25, em Goiânia, com a realização de oficinas durante à tarde. Durante o evento houve atividade comemorativa aos 70 anos da FENAJ e a posse da nova diretoria da entidade.

O 37º Congresso Nacional dos Jornalistas acontece no Augustus Hotel, na avenida Araguaia, Centro de Goiânia. As oficinas “Uso das redes sociais no Jornalismo esportivo”, “Programação de Rádio Pública”, “Documentário jornalístico” e “Infográficos” acontecem a partir das 14 horas. Também no período da tarde serão realizadas reuniões dos Grupos de Trabalho sobre Pauta Unificada da categoria e de Assessoria de Imprensa. A conferência foi às 20h45, tendo como conferencista o diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) Fernando Molica.

Na comemoração dos 70 anos da FENAJ, que aconteceu às 20 horas do dia 26, serão homenageados os ex-presidentes da entidade eleitos pelo voto direto da categoria. A eleição direta para a direção da FENAJ foi instituída no início da década de 1980, como marco do combate ao autoritarismo imposto pela ditadura militar e da aspiração dos jornalistas e da sociedade pela redemocratização do país. A atividade marcará, também, o posicionamento da Federação em defesa da democracia, do jornalismo e dos jornalistas diante do cenário atual de instabilidade política no país.ado A FENAJ lançou neste sábado (27) uma carta aberta à sociedade brasileira, na mesma os jornalistas se pronunciam contra o impeachment da Presidenta Dilma e pela defesa da democracia.

Já a posse da nova diretoria da FENAJ encerrará a programação do 37º CNJ às 20h do dia 27 de agosto. , Eleita em julho, a jornalista Maria José Braga, de Goiás, presidirá a Federação na gestão 2016-2019.
Confira a Carta do 37º Congresso Nacional dos Jornalistas AQUI

Hoje é dia de Poesia:"Vladimir Maiakóvski


"Vladimir Maiakóvski (Владимир Маяковский) é o maior poeta russo moderno, aquele que mais completamente expressou, nas décadas em torno da Revolução de Outubro, os novos e contraditórios conteúdos do tempo e as novas formas que estes demandavam.


Maiakóvski deixa descortinar em sua poesia um roteiro coerente, dos primeiros poemas, nitidamente de pesquisa, aos últimos, de largo hausto, mas sempre marcados pela invenção. "Sem forma revolucionária não há arte revolucionária", era o seu lema, e nesse sentido Maiakóvski é um dos raros poetas que conseguiram realizar poesia participante sem abdicar do espírito criativo."

- Haroldo de Campos, no livro "Poemas de Maiakóvski". [organização e traduções de Augusto de Campos e Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman]. São Paulo: Editora Perspectiva, 1982.




SELEÇÃO DE POEMA DE VLADIMIR MAIAKÓVSKI (EDIÇÃO BILÍNGUE)


JUBILEU

Aleksandr Sierguéievitch *,

me apresento, se permite:

— Maiakóvski.

Dê-me a mão!

Eis a jaula do tórax.

Ouve?

Não vibra, —

gane,

este filhote de leão domesticado.

Preocupa-me!

Parece-me que trago

toneladas de vexame

na cabeça frívola.

Venha,

eu o tiro daí.

Que ar de surpresa!

Puxei forte?

Doeu?

Lamento, amigo.

Você

e eu,

já estamos bem providos

de eternidade.

O tempo nos sobeja!

Vamos conversar

como água célere,

como a primavera,

que livra e libera.

Veja

no céu

esta lua-donzela,

que perigo!,

saindo

sem nenhum satélite!

Eu

agora

estou livre

do amor,

dos cartazes.

O urso

do ciúme

é um tapete de unhas.

Quem quiser

uma prova

de que a terra é curva,

sentado

sobre as próprias nádegas,

resvale!

Não,

não vou impor

os meus humores negros,

já não quero falar,

e com quem falaria?

São

as guelras da rima,

aflando sem sossego,

em gente como nós,

na areia da poesia.

O sonho é dano,

a fantasia inútil,

é preciso

arrastar

as rotinas do tédio.

Mas ocorre

que a vida

tome um perfil inédito,

e revele

a grandeza

através do que é fútil.

Nos dois

contra o lirismo,

baioneta calada,

buscamos

a nudez

da palavra precisa.

A poesia,

porém,

é uma não-sei-que-diga,

largada por aí,

sem lugar para nada.

Isto,

por exemplo,

é falado ou balido?

Bigodes abóbora

no focinho azul:

— Nabucodonosor,

o rei bíblico? —

“Coopaçúc” **,

Há um velho sistema:

Vamos encher a cara!

Afogar

as penas

no vinho.

Mas repare,

que os Red e White Stars ***

não passem à deriva

com uma carga de vistos.

Você,

à minha mesa!

Isto me alegra!

Hábil,

a Musa

lhe da corda:

— O que

dizia mesmo

aquela Olga?. . .

— Olga?

Tatiana!

A carta de Oniéguin:

“Teu marido

é um velho obtuso,

um eunuco.

Amo-te.

Sê minha!

E sem falta!

Já de manhã

quero ficar seguro

de ver-te

logo mais

nesta data.”****

Houve de tudo:

a espera sob a janela,

cartas,

os nervos como geléia. . .

Mas o pior,

Aleksandr Sierguéievitch,

é ter passado

do ponto

de afligir-se.

Marche,

Maiakóvski!

Mais ao norte!

Coração

torturado de rimas.

Entregue

o amor

à própria sorte,

Meu caro

Vladímir Vladímitch.

Envelheço?

Não,

não é fato.

Investido

com toda

esta carcaça,

dou conta de dois,

sem sobressalto,

e até de três,

se me fazem pirraça.

Tacham meus temas

de in-di-vi-du-a-lis-tas!

Que o censor não se irrite,

entre nous:

até dois membros

da Central Comunista

há quem diga

ter visto

aos arrulhos. . .

Um mexerico,

pelo amor do fuxico.

Não dê ouvidos,

Aleksandr Sierguéievitch!

Serei

talvez

no fundo

o único triste

por não tê-lo

mais hoje

entre os vivos*****.

Em vida,

nos teríamos entendido.

Mas breve

estarei mudo

e inerme,

e mortos,

seremos já

quase vizinhos:

você na letra P,

eu

na letra M.

Quem se põe entre nós?

Você o que me diz?

Que país

mais pobre

de poetas!

Entre nós

— maldição! —

Nádson se intromete ******.

Vamos ver

se o remetem

para as bandas do X.

E Niekrassov *******,

Kólia,

filho do extinto Aleixo?

Bom nas cartas,

nos versos,

e não mau no aspecto?

Você o conhece?

Excelente sujeito!

Fica conosco,

é um companheiro certo.

Os meus contemporâneos?!

Se quer que eu prossiga...

Trocá-lo

por cinqüenta

Seria mau negócio.

Bocejos

de arrancar

mandíbula!

Dorogóitchenco,

Guerássimov,

Kirilov,

Rodov. . .

(Um cenário

uniconformissário).

E vem

Iessiên

e a mujicante malta.

Que farsa!

São vacas de luvas.

Ouve-se uma vez,

e basta!

Música

de balalaica!

É preciso

que o poeta

seja mestre da vida.

Nós ambos

somos fortes

— álcool de Poltava.

E Biezimiênski?

Bem. . .

Não é de nada. . .

Café

de cenoura fervida...

É verdade

ficou faltando

Assiéiev.

Este vale!

Tem a minha pegada.

Mas é pai de família

e deve

(Pequena ou não)

alimentá-la. . .

Se você

fosse vivo,

eu o faria

co-redator da LEF********,

e seria capaz

de confiar-lhe

até

a poesia-cartaz.

Mostrava como se faz:

— e zás! —

com este estilo,

não duvido,

você aprenderia!

Eu lhe arranjaria

tinta

e pano,

damas do GUM*********

para os reclames.

(Como prova

de quanto sou longânime,

acabei

de ciciar-lhe um jambo. . . ).

Mas vejo-o

relegando

a jâmbica balbúcie.

Agora a pena

é arma,

uma farpa de espeque.

Junto à Revolução,

Poltava é pó**********,

minúcia.

Nosso amor é maior

que os amores de Oniéguin.

Tema os puchkinistas!

Miolomole Pelúchkin ***********

solavanca-se

logo,

a escrever com ferrugem:

— Púchkin na LEF?

É o que faltava!

O negregando!************

Rival de Dierjávin. . . *************

Eu o amo,

mas vivo,

não múmia.

Sem o verniz

dos florilégios-catacumba.

O Africano,

que também sentiu fúria:

— Aquele D`Anthés,

filho do cão!

Refugo mundano de salão!

Deixe,

que ao D`Anthés **************

faremos uma enquete***************:

Nome? Filiação?

Ocupação antes de 17?

E o D`Anthés se escafede.

É o fim dessa súcia. . .

Que conversa vazia!

Respira coisa espirita. . .

“Prisioneiro da honra. . .

uma bala. . .

e perece. . .”

Mas hoje

a mesma ronda

ainda gira

matilha

e nos caça as mulheres. . .

Estamos bem aqui,

no país dos Sovietes,

vivendo

e trabalhando

em harmonia.

Pena

apenas

que nos faltam poetas.

Mas será

que eles teriam serventia?

É hora,

a aurora arregalou seus raios.

Vamos,

eu ajudo,

de volta ao pedestal.

O vigia

pode vir

procurá-lo:

na Avenida Tvierskaia,

você é figura habitual.

A mim,

a meu posto,

uma estátua é devida.

Dinamite:

— eu a explodo em detritos!

Odeio

a morte e seu mortiço.

Adoro

aquilo que é vida.


1924

Psicólogos explicam por que pessoas muito inteligentes têm poucos amigos


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É óbvio que ter amigos é algo necessário, e que a interação com outras pessoas tem muitas vantagens. Alguns cientistas resolveram responder à pergunta: é realmente preciso ter amigos para ser feliz e estar plenamente satisfeito com a vida? Para isso, foi realizada uma pesquisa, da qual participaram 15 mil pessoas com idades entre 18 e 28 anos, moradores de áreas com densidades populacionais distintas e acostumadas a se comunicar frequentemente com os amigos.

Três conclusões principais da pesquisa

Os psicólogos evolutivos Satoshi Kanazawa, da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, e Norman Lee, da Universidade de Gerenciamento de Singapura (SMU), após a análise dos resultados do estudo chegaram às seguintes conclusões:
Em primeiro lugar, as pessoas que moram em locais de alta densidade populacional, de forma geral, se sentem menos felizes.
Em segundo lugar, para se sentir feliz, a maior parte das pessoas precisa se reunir frequentemente com seus amigos ou com pessoas que pensam de forma similar. Quanto mais comunicação próxima, maior é o nível de felicidade.
Em terceiro lugar, as pessoas com inteligência superior à média da população representam uma exceção a esta regra.

Quanto mais alto é o QI, menor é a necessidade do ser humano de se relacionar constantemente com amigos.

Geralmente, intelectuais não consideram muito atraente a vida com muita atividade social. Eles não se interessam em ser a «alma da festa».

Pessoas muito inteligentes costumam ter um círculo social reduzido

O cérebro de uma pessoa com habilidades intelectuais elevadas funciona de forma diferente. E a sociabilidade está incluída nestas diferenças.

Sim, ser inteligente pode não ser algo simples. Dentro de cada intelectual existe seu próprio universo particular.

Para as pessoas com inteligência superior à maioria, a vida social é mais um supérfluo do que algo primordial. A maioria dos grandes gênios foram e costumam ser solitários. Na verdade, são poucas as pessoas que os entendem e os aceitam. Mas isso não é problema para eles. Pelo contrário, quanto mais precisam socializar, menos felizes eles se sentem.
Pessoas inteligentes gostam mais de tratar dos assuntos importantes para elas do que de socializar

A pesquisadora Carol Graham, da Brookings Institution, especialista na «economia da felicidade», acredita que as pessoas inteligentes usam a maior parte do tempo tentando atingir metas a longo prazo. Os intelectuais se sentem satisfeitos quando fazem aquilo que os leva a conquistar determinados resultados.

O pesquisador que trabalha na busca de vacinas contra o câncer ou o escritor que está criando um romance formidável não precisam interagir com outras pessoas. Até porque isso poderia distrai-los de sua meta principal, ou seja, influenciaria de forma negativa na sua felicidade e desequilibraria sua harmonia interna.


As razões estão no passado distante

Você já ouviu falar na teoria da savana? Segundo ela, há algo dos nossos ancestrais que carregamos não só nos genes, mas também em nossa memória subconsciente. O estilo de vida dos nossos antepassados, com que a história humana teve início, influencia até hoje em nossa vida e em nossa noção de felicidade.

Nos sentimos felizes exatamente nas mesmas situações e circunstâncias nas quais as pessoas que viveram há milhares de anos também se sentiam felizes.

Para sermos exatos, o círculo social dos antepassados se resumia aos 150 membros que seu grupo tinha, em média. Eles viviam em lugares isolados, com densidade populacional menor que uma pessoa por quilômetro quadrado. Precisavam estar sempre juntos para sobreviver num ambiente hostil.

Mas hoje vivemos na Era das tecnologias, com muita gente ao nosso redor. Porém, a maior parte das pessoas continua mostrando traços de comportamento dos nossos antepassados, que permaneceram em nossa memória genética. Parece até que nosso corpo vive numa realidade, e o cérebro, em outra. O corpo pode estar numa metrópole com milhares de habitantes, enquanto o cérebro permanece na savana praticamente deserta.

Isso serve para a maioria das pessoas. Mas não para todas.

Grande inteligência permite a adaptação às novas condições

Os intelectuais, diferentemente das pessoas com habilidades mentais medianas, conseguiram, em alguma etapa da evolução humana, superar a memória do passado, já que ela não se encaixa nos dias atuais.

Tais pessoas podem se adaptar com mais facilidade. Parece até que a natureza deu a eles a tarefa de resolver novos problemas evolutivos. Por isso, quem é inteligente pode viver facilmente de acordo com suas próprias leis, sem se apegar muito às nossas origens.

Uma inteligência alta permite que pessoa não fique pendente dos outros, e sim mantenha o foco em suas metas individuais. Pessoas inteligentes estão em harmonia com elas mesmas, e só de vez em quando precisam interagir mais intimamente com os demais.


Produzido com base em material de

Conheça as 10 praias mais bonitas do Maranhão


As belas praias do Maranhão são desconhecidas, subestimadas e desprestigiadas pelas pessoas que só procuram as batidíssimas praias “de água azul e coqueirais a perder de vista”, facilmente encontradas em outras praias do Nordeste do Brasil e em outras praias do mundo, mas isso não quer dizer que as nossas praias sejam menos bonitas e atraentes.

Se por um lado perdemos em belezas clichê, convencionais e comuns, ganhamos de sobra em exuberância (é o litoral mais verde do Brasil devido principalmente à abundância e extensão dos manguezais), ineditismo, exotismo e nível de preservação.

As praias maranhenses ostentam, no mínimo, uma beleza tropical diferente, única e exótica, apresentando enorme potencial para atividades de lazer, recreação, turismo de sol e praia e ecoturismo.

Aqui listamos pelo menos 10 razões para AMAR as praias do Maranhão, que tem o segundo maior litoral do Brasil e tem mar até no nome.

As 10 praias mais bonitas do Maranhão

1 – Praia do AmorTutóia)

2 – Praias da Ilha dos Lençóis (Cururupu)


3 – Praia de Feijão Bravo (Araioses)
4–Praias desertas de Alcântara (Alcântara)Bucólica e deserta. Assim é o vilarejo da praia de Alcântara -Maranhão

5 – Praias de Outeiro, Barreirão e Suassoitá (Cedral)

6 – Praias de Travosa e Atins (Santo Amaro e Barreirinhas)Uma das praias brasileiras mais procuradas por surfistas

7 – Praias de Amapá e Carimã (São Luís e Raposa)
8 – Praias de São Pedro e Juncal (Carutapera)
9 – Praia de Aruoca (Guimarães)
10- Praias de Igarapé Grande e Sababa (Turiaçu)Praia do Igarapé Grande. Um lugar sem igual. Linda, inesquecível

Créditos por esta postagem: AGÊNCIA MARAMAZON

Centro Espírita Júlio Luz de Carvalho Realiza Palestra sobre Reencarnação


Dando continuidade a uma serie de palestras espíritas para o publico de Bacabal e região do Mearim, o centro espirita Júlio Luz de Carvalho, localizados provisoriamente no bairro Cohab  III em Bacabal, promove hoje (27) às 19n30  mais uma palestra com o tema "Reencarnação: Oporunidade Divina" que será proferida pelo orador espírita Robson Martins da São Luis do Maranhão.
O evento faz parte de um ciclo de palestras que tem como objetivo a divulgação do Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita presente em todas as religiões cristãs.maiores informações podem ser obtidas no cartaz abaixo com todas as informações sobre como chegar ao evento, não perca esta oportunidade de evolução com  Jesus Cristo.


IMPRENSA EM QUESTÃO - O BRASIL PÓS OLIMPÍADAS: Mergulho a seco



Um jornalista dinamarquês facilitou a introdução séria, honesta e adulta sobre o papel da mídia na discussão da pauta nacional que, neste momento , envolve política, esporte, nossos problemas urbanos e a cordialidade brasileira.

Esse debate começou em 1936 quando o pensador Sergio Buarque de Holanda trouxe para as livrarias uma edição crítica do espelho de corpo inteiro do brasileiro visto como modelo do homem cordial. Conceito mal explicado até hoje, finalmente esclarecido com a edição recém lançada que tira de cena a exaltação do caráter e da bonomia brasileiros. Tem mais a ver com critérios afetivos e aproveita o impulso revisionista que o momento brasileiro propiciou nos últimos meses.

Empreendemos o caminho inverso que pretendíamos, soltamos as rédeas da economia tentando escapar dos significados muito óbvios, e tentando ser mais cordiais que o sugerido por Buarque de Holanda — e/ ou Gilberto Freyre, que propôs o tema ao sociólogo.

Ninguém teria coragem de ser ante cordial. Parecia que vacilávamos no conceito.

Mas agora o circo vai acabar e desmascarar o modo de ser do homem urbano que não quer perder o momento do prazer.


Agosto vai por fim ao espetáculo e trazer a realidade do inicio da votação do impeachment, entrar em discussões que transformam o homem cordial das Olimpíadas num defunto distante — e traz à tona um debate de intolerância, falta de ética, a relação nada cordial dos nossos políticos. E o que mais trará com a saída de Dilma e a entrada de medidas duras, adultas, que na Argentina já levaram à greve de 24 horas ?

Agora sim um mergulho a seco

A imprensa local e internacional , que já tinha trocado o medo da zica e da “desástrofe”( mistura de desastre com catástrofe) pelo encantamento com o Rio, volta às críticas adultas , às vezes perversas, sem colher de chá de bondades, para tentar explicar onde foi que erramos e que modelo devemos adotar.

Do 10º lugar anunciado para as brasileiros nas Olimpíadas caímos para o 13º , mas o susto da queda nos fez escalar o placar sem as forças místicas do candomblé como pretendiam os franceses. Fugindo da cultura do fracasso e encerrando com Tico Tico no Fubá, forró, maracatu e Carmem Miranda estilizada.

Nesta área só nos resta aguardar Tóquio daqui a quatro anos e, quem sabe, num ânimo mais positivo do Brasil capaz de estimular nossos atletas.

Já no ranking mundial do cenário político-econômico não houve escaladas neste final de agosto.

É nesse momento que o pensamento do jornalista dinamarquês Ulrik Haegerup entra em cena. Ele insiste na importância do noticiário construtivo, não enganativo, mas capaz de suprir as pessoas com matérias que não apelam para o marketing, o Ibope, as chamadas dramáticas visando altas audiências.

Saímos da corrida dos 100 metros rasos, do nado livre e das ginásticas artísticas para disputas de cães hidrófobos no páreo de Brasília. Sem o conceito de Ulrick Haegerup engataríamos na imprensa “fast food” acelerada, o que só atordoaria mais ainda a já turbulenta nação.

“Slow food” para o cérebro é, segundo Haegerup, o caminho indicado. Racionínio, elaboração e cuidado para decidir o futuro, “slow food for thought” é o tipo de comida proposta para a imprensa na Pós Olimpíada.

Sem ilusões, ninguém garante que, por ser “slow”, será menos penosa.
Por Alberto Dines em 26/08/2016 na edição 917 de Observatório da Imprensa

Nota da redação DO Observatório da Imprensa: Alberto Dines está retomando gradualmente a sua produção jornalística porque ainda se encontra em recuperação de um problema de saúde.

NOTA DE FALECIMENTO: Comunicamos o felecimentodo SEU RIBA





Comunicamos o falecimento na madrugada desse sábado (27) por volta das 3hs15min do senhor JOSE RIBAMAR PEREIRA conhecido por SEU RIBA de 80 anos de idade, o mesmo era Pai do Radialista Riba Filho, o seu corpo está sendo velado em sua residência localizada na Rua Magalhães de Almeida em frente ao CENFRAN.
O sepultamento ocorrerá na tarde desse sábado por volta das 17hs no cemitério do Axixá.

De agradecer o comparecimento de Todos

A família enlutada
.
EM TEMPO: O Diário do Mearim e toda sua equipe solidariza-se a Riba Filho e familia neste momento de perda inreparável,  Seu Riba prestou relevantes serviços a sociedade bacabalense e ficará para sempre uma lembrança boa em nossos mentes e corações. 

Agência de notícias da Rússia investe no Brasil


denize-bacoccina-ruptly

O site Comunique-se publicou que a jornalista Denize Bacoccina começou no início do mês a trabalhar na Ruptly, agência internacional de vídeos de notícias de origem russa sediada em Berlim. Denize será a representante da empresa no país, encarregada da interlocução com os clientes brasileiros, que são basicamente emissoras de TV e sites que publicam vídeos. Além disso, vai ajudar a afinar a pauta das notícias brasileiras cobertas pela agência, que vende seu material para canais de todo o mundo.

“Neste trabalho, vou juntar a minha experiência de quase 30 anos e redação, vários deles como correspondente, com a experiência mais recente na EBC, onde fiz várias parcerias para ampliar a publicação da Agência Brasil em outros portais e criei também uma agência de vídeos”, disse Denize.

Segundo a postagem, a Ruptly surgiu como subsidiária da RT, a Russia Today, a TV internacional mantida pelo governo da Rússia. Com uma rede de escritórios e correspondentes espalhados em mais de 20 países, a agência quer ampliar sua presença no Brasil tanto no mercado de televisão quanto no de web, já que cada vez mais os brasileiros assistem a vídeos pela internet.

O diferencial da Ruptly é que, além de todos os grandes eventos noticiosos, tem muitas histórias exclusivas, que não estão na pauta das agências mais tradicionais. Além das imagens editadas, a Ruptly faz muitas transmissões ao vivo, cujo material é transmitido via internet pelos clientes.

Antes da Ruptly, Denize foi superintendente executiva de agências e conteúdo digital da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), onde era responsável pelas agências de notícias, de texto, áudio e vídeo, e pelas operações em web e redes sociais da empresa. Em um ano de sua gestão, a Agência Brasil triplicou a audiência direta, fez parcerias com portais brasileiros e agências internacionais e aumentou a presença dos veículos da marca na web. Antes, passou pelas redações da IstoÉ Dinheiro, BBC Brasil e Estadão.
FONTE; ABI

Um encontro entre o jornalismo e a literatura


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O grupo JornalistasRJ anuncia o 14º encontro do Reinventar, que será realizado no dia 31 de agsoto (quarta-feira), das 9 às 13h com o tema Jornalistas−escritores – da auto-publicação aos novos negócios literários. (credenciamento e cafezinho com network a partir das 8h30) o encontro acontecerá no auditório da ABI, localizada na Rua Araújo Porto Alegre 71- Edifício Hebert Moses, 7º andar – Centro).

As inscrições são gratuitas e limitadas (levar contribuição para o café compartilhado e leite em pó para o projeto Repórteres do Bem).

Público-alvo: Jornalistas e demais profissionais de Comunicação (prioridade a integrantes dos grupos Reinventar e JORNALISTASRJ)

DOMINGOS MEIRELLES – presidente da ABI desde 2014, o jornalista carioca ingressou na carreira em 1965 como estagiário do jornal Última Hora, após dois anos trabalhando como vendedor de máquinas de escrever. Passou pela Editora Abril, as revistas Capricho, Cláudia, Quatro Rodas e Realidade. E depois pelas redações de O Jornal, O Globo, Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo. Em novembro de 1985, entrou para a Rede Globo de Televisão como repórter especial, onde realizou dezenas de trabalhos em toda a América Latina para o Fantástico, Jornal Nacional e Globo Repórter. Foi para o SBT em 1996, retornando à Rede Globo em 2000, e durante sete anos foi o apresentador do programa Linha Direta. Desde 2014, está na Rede Record onde apresenta o Repórter Record Investigação. Recebeu mais de 30 prêmios, e é autor das obras: “Repórteres (obra coletiva)”, “As Noites das Grandes Fogueiras. Uma História da Coluna Prestes (Prêmio Jabuti/Melhor Reportagem de 1996)”, 1930. “Os Órfãos da Revolução”. “As Guerras do Gaúchos: A História dos conflitos ” (obra coletiva)”, que recebeu o Prêmio Especial de Literatura Açorianos de 2009.

Trabalha atualmente em três projetos simultâneos: um livro sobre o making of das suas principais reportagens, outro sobre o levante da Força Pública de São Paulo, em 1924, e o terceiro sobre a máquina de guerra construída pelos paulistas durante a Revolução Constitucionalista de 1932.

LUIZE VALENTE – Carioca, escritora, documentarista e jornalista, com mais de 20 anos de experiência em televisão, tendo trabalhado nas tevês Globo, Bandeirantes, GNT e GloboNews. É autora, com Elaine Eiger, do livro Israel Rotas e Raízes (2000) e dos documentários Caminhos da Memória – A Trajetória dos Judeus em Portugal (2002) e A Estrela Oculta do Sertão (2005) , prêmio de Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema Judaico de SP. Ambos exibidos pelo Canal Brasil. Estreou na literatura com o romance O Segredo do Oratório (ed.Record/2012), na 4a edição em 2015. Foi lançado na Holanda em 2013. Neste mesmo ano foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, categoria autor estreante. O novo romance Uma praça em Antuérpia (ed. Record/2015) foi lançado em abril, no Brasil e, em setembro do mesmo ano, em Portugal.Também em 2015 escreveu a peça O mundo indecifrável , sua estreia na dramaturgia, em fase de produção. Agora prepara um novo romance Sonata em Auschwitz para ser lançado em 2017, também pela editora Record.

TANIA CARVALHO – Jornalista desde os anos 70 do século passado. Trabalhou em diversas publicações, como as revistas Cláudia e Criativa, foi da divulgação da Rede Globo nos tempos do famoso e falecido Boletim de Programação e há 13 anos está no mercado editorial, tendo publicado cerca de 20 livros e mais uma dezena como ghost writer, atividade a que se dedica full time atualmente.

BEATRIZ COELHO – Foi jornalista por 40 anos (1973/2013), a maior parte do tempo como repórter e/ou roteirista de televisão. Desde 2009, lançou cinco livros: “Palácio das Laranjeiras”, “Wagner Tiso Som Imagem Ação”, “Cecine: o Ensino de Ciências no Nordeste”, (com Ascendino Silva e Liacir dos Santos Lucena), “E ela nunca me deixou ir embora” e “Negros e Judeus na Praça Onze”. É autora do Guia de Visitação ao Museu Nacional/UFRJ (Museu da Quinta da Boa Vista), que está no site da instituição. Vive em Juiz de Fora, onde formou-se em 1975, pela UFJF

LUCIANA CASTRO – Carioca, 42 anos, escorpiana, casada, mãe de Giovanna de 14 anos. Jornalista, bailarina clássica, trabalhou como repórter esportiva durante 10 anos. Em 2013, decidiu dedicar-se à carreira de escritora. Desde então, escreveu para a editora Chiado, uma das maiores da Europa. Em 2016, lança seu primeiro suspense, inspirado em fatos reais, passando a escrever para uma editora brasileira. Sua escrita é marcada pela intensidade de suas tramas, sempre com cenários e fatos reais.

IMPORTANTE: É necessário confirmar presença no mural do evento na página do Reinventar JornalistasRJ e preencher este formulário. Somente cadastrados receberão confirmação da organização do evento por e-mail que será enviado na véspera.

***Evento gratuito. Realização Rede Reinventar JornalistasRJ com apoio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Jornalistas & cia.a
FONTE: ABI

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

13 documentários no YouTube para conhecer os artistas do Maranhão

Quantos artistas do Maranhão você conhece? (Não vale dizer Alcione Morrom - aquela maravilhosa). Tô falando dos artistas plásticos que estão em plena atividade no estado. Quem tá um pouco distante acaba ficando sem acesso, né? Mas isso vai mudar graças à internet! (Embora viajar até São Luís e visitar o acervo desses artistas seja bastante tentador).

Pois é, a novidade é que já estão disponíveis no YouTube os vídeos da primeira etapa do projeto Arte Maranhão, que tem a missão de resgatar a trajetória de 39 artistas do estado, em documentários de média metragem. Todos com direção de Beto Matuck.

O projeto foi idealizado pelo Museu da Memória Audiovisual do Maranhão (MAVAM) e lançado oficialmente no último dia 15 de julho, junto à uma exposição na Galeria Trapiche (Av. Sen. Vitórino Freire, Centro - São Luís-MA), com obras dos 13 artistas que participam dessa primeira fase do projeto. Até o fim do ano, mais 13 documentários serão lançados e a terceira e última fase estará disponível ao público em 2017.


Tita do Rêgo Silva é xilogravurista e já apareceu por aqui no Pigmum. Seu trabalho é cheio de cores e inspirado na fauna, na flora e nas lendas de sua terra

Essa série documental é uma importante contribuição à memória artística e cultural do Maranhão. Uma iniciativa que tem tudo para permanecer por muitas décadas como fonte de pesquisa sobre os artistas do nosso tempo. 

Já a exposição na Galeria Trapiche infelizmente se encerra nesta sexta-feira, 26 de agosto. =( 


Dila é uma referência internacional em trabalhos naïf, com obras espalhas em vários países


As lendas e as festas populares são a fonte de inspiração de Ciro Falcão

Agora quando alguém lhe perguntar quantos artistas do Maranhão você conhece, não haverá mais desculpas para não mencionar nomes como Airton Marinho, Ciro Falcão, Cláudio Costa e Dila. Então chega de papo e aperta o play:



fonte: Pigmum























Paralimpíada terá equipe de atletas refugiados pela primeira vez

Foto: Ibrahim Al- Hussein

Pela primeira vez, atletas que foram forçados a deixar seus países de origem vão participar dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, pela Equipe de Atletas Paralímpicos Independentes. Segundo informações da Agência da ONU para Refugiados (Acnur), os dois atletas são originalmente da Síria e do Irã.
O atleta Ibrahim Al- Hussein, que cresceu em Deir ez -Zor, na Síria, foi atingido por uma bomba em 2013, ao tentar ajudar um amigo. Ele perdeu a parte inferior de sua perna direita, abaixo do joelho. Ele fugiu primeiramente para a Turquia e, em 2014, viajou em um barco inflável para a Grécia, onde vive refugiado até hoje.
Após a lesão, Ibrahim pensou que nunca nadaria novamente. "Depois de 22 anos de treinamento, o meu sonho finalmente se tornou realidade", afirmou o atleta, que desde criança treinava natação com seu pai. Nos Jogos Paralímpicos, Ibrahim irá competir nos 50 metros e 100 metros nado livre na classe S10. Em abril, Ibrahim conduziu a Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016 por um campo de refugiados em Atenas.
O outro atleta que irá participar da Paralimpíada como independente é Shahrad Nasajpour, um iraniano que teve concedido o pedido de refúgio nos Estados Unidos, mas ainda não é considerado refugiado. Ele tem paralisia cerebral e competirá no arremesso de discos, na classe esportiva F37.
Segundo a Acnur, a população de refugiados e deslocados internos no mundo já ultrapassa 65 milhões. “Os atletas deslocados vão levar uma mensagem de esperança, não só para os milhões de pessoas deslocadas com deficiência em todo o mundo, mas para todas as pessoas, em todos os lugares”, diz a Acnur.
Na Olimpíada do Rio de Janeiro, realizada neste mês, uma equipe de 10 atletas refugiados participaram, também de forma independente.
Por: EBC

Diretoria do BEC apresenta lista de jogadores que irá disputar a segundona do Maranhense 2016

Depois das desconfianças por parte de alguns torcedores e alguns da mídia ,na tarde de ontem (22) a diretoria do Bacabal Esporte Clube apresentou a lista dos atletas que vão fazer parte do elenco do clube esse ano e teve a apresentação aos torcedores dos atletas da casa que vão compor o elenco nessa difícil tarefa que é jogar a serie B do maranhense 2016 que começa agora em setembro e buscar uma classificação para a primeira divisão do campeonato Maranhense 2017.


                                                         Técnico Marlon Cutrim 



As mudanças no clube não foram somente dentro de campo, mas também fora, com uma nova comissão técnica chefiada pelo treinador Marlon Cutrim, ex atleta do Bacabal e que foi campeão com a equipe em 1996 ,sendo único título do campeonato maranhense que a equipe sustenta até os dias de hoje ,ultima equipe que Marlon Cutrim trabalhou foi o Time do Cordino ,onde na qual levou a equipe para as disputas das semifinais do maranhense 2016.


                               Membros de torcidas Organizadas também estavam presentes




                                                    Ex Presidente Lambal também estava presente




                                                           Alguns atletas prata da casa




                          Torcedores marcando presença na apresentação do novo elenco do BEC


O BEC também conta com uma diretoria reformulada mesclando juventude e experiência e liderada pelo presidente Rodrigo.Na apresentação de parte do elenco, ocorrido no estádio José Corrêa ontem (22) , o presidente Rodrigo deixou claro que trabalha para fazer um time competitivo, mas dentro da realidade financeira oferecida hoje pelo clube.




O novo técnico Marlon Cutrim falou durante a apresentação de identidade com o clube, confiança, tradição, responsabilidade, disciplina, comprometimento e, claro, muito trabalho para alcançar o objetivo. Marlon ainda comentou da importância do resgate da história do clube, algo segundo ele que será alcançado somente com bons resultados dentro de campo.

A respeito do elenco, presidente Rodrigo garantiu que o time estará com 100% do plantel pronto para a temporada, restando à confirmação do terceiro goleiro e de jogadores que ainda podem pintar no elenco, que tiveram alguns problemas nas documentações e suas apresentações transferidas para uma nova data.


Os treinos começam na próxima segunda (29) no estádio José Corrêa.


Lista dos Atletas:


FONTE; BLOG DO MANO NETO

Concurso Miss Bacabal acontecerá em novembro

O próximo mês de novembro promete entrar para a história da beleza da mulher bacabalense. Nesse mês acontecerá a grande festa que elegerá a Miss Bacabal 2.016, uma realização da promoter e apresentadora Fladyane Lisboa, que assim resgatará os grandes dias do high society local.


O miss Bacabal desse ano terá uma coroação de efeito, que marcará a vida da coroada. Sem concurso já a algum tempo a festa, segundo a sua coordenação, promete novidades na aclamação da representante Bacabalense. Será um Happy Hour em grande estilo, com desfile de beleza, peça chave para dar uma roupagem nova ao concurso. 
Apesar da grande tradição nessa quesito a cidade de Bacabal já está a bastante tempo sem uma representante no concurso Miss Maranhão. O concurso Miss Maranhão, na década de 70, era produzido pela colunista social Maria Inês Saboia, depois pela também colunista social Flor de Lis. Hoje o evento é coordenado pelo Fotógrafo Márcio Prado, um dos repórteres mais bem conceituados do Estado.
Nossa maior representante até hoje nesse concurso, foi Iolanda Bezerra. Eleita miss Maranhão, ela disputou o miss Brasil no ano de 1992, ficando entre as 10 finalistas.











A bacabalense que subiu ao pódio no Olimpo das Misses, a eterna miss Bacabal Yolanda Sousa Bezerra, também miss Maranhão


A cidade de Bacabal tem uma extensa lista de grandes e inesquecíveis representantes no miss Maranhão. Rosicleuda Carvalho, Yolanda Bezerra, Luana Lanzarin e Penelope Carvalho, que representou Bacabal no Miss Turismo Maranhão em 1994, fazem parte desta lista.

Por Rogério Mendes Silva do Blog do Abel Carvalho

Governo antecipa pagamento de servidores estaduais para a próxima quarta (31)


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O Governo do Maranhão antecipará o pagamento dos servidores estaduais para quarta-feira (31), beneficiando mais de 110 mil servidores, ativos e inativos, com o pagamento dentro do mês trabalhado. Pelo calendário, o pagamento estava previsto para ser efetuado no dia 1º de setembro.

Os servidores já podem acessar a versão digital do contracheque disponibilizada por meio do site da Secretaria de Estado da Gestão e Previdência (Segep). Para tanto, é necessário apenas senha de acesso, que pode ser cadastrada presencialmente na sala do Portal do Servidor (localizada no Edifício Clodomir Milet, s/nº, térreo), ou pelos telefones (98) 3131-4191 ou 3131-4192.

Fonte: Secom / Governo do Maranhão